segunda-feira, 17 de junho de 2013

Uma delícia de babá

Meu nome é Carlos Eduardo, sou casado. Essa história é sobre uma garota contratada para cuidar do meu filho, chamada Bruna. Ela é filha de uma amiga da minha mulher.

Eu conheci a menina durante um almoço, na minha casa, apresentada pela minha mulher. Uma garota muito bonita, simpática, mas pareceu um pouco tímida. Tem olhos castanhos que chamam, muito a atenção, muito bonitos, e tem cerca de 1,60m.

Nos primeiros dias não nos falamos muito, mas lá pela segunda semana, quando estava em meu escritório, a flagrei na porta olhando para mim. Minha mulher estava trabalhando e quando percebi que ela estava ali olhei pra ela, que ficou muda me olhando. Perguntei se tinha havido algum problema e ela riu, como se tivesse mesmo sido surpreendida. Perguntei se ela queria tomar um café, comer alguma coisa, ela aceitou.

Fomos à mesa juntos, enquanto o bebê dormia. Conversamos bastante e comecei a reparar no jeito sexy com que ela me olhava e os assuntos que queria falar. fez questão de dizer que não gostava dos garotos da idade dela e em determinado momento da conversa disse que queria conhecer alguém maduro. Comecei a sentir que ela queria algo comigo e fiquei muito excitado com a idéia. Comecei a induzí-la a falar sobre sexo, sobre suas experiências. Ela disse que já teve alguns namorados, mas que as tentativas com eles não foram boas, que ela realmente queria alguém maduro. Enquanto disse isso ela suspirou, passou a mão nos seios e disse que precisava ir ao banheiro.

Enquanto eu esperava ela voltar, fiquei pensando em quanto tempo minha mulher demoraria para chegar e como resistir àquela garota linda, que claramente queria transar comigo. Fui até o bar, pegar uma bebida, e me sentei na poltrona ao lado. Quando ela voltou, um dos botões de sua blusa branca estava aberto. Ela usava uma calça jeans e meias brancas, e podia ver parte dos seus seios pelo espaço aberto na blusa. Seua pele é muito branca, fazendo um contraste lindo com seu cabelo preto. Ela voltou do banheiro e veio até a minha frente, perguntou se podia fazer algo por mim. Disse que haviam várias coisas e ela sorriu, ainda tentando saber se eu também estava disposto. Eu disse que ela podia começar por onde quisesse, mas que não tínhamos muito tempo. Ela entendeu o recado e jogou delicadamente seus cabelos para trás. Deu mais uns passos para frente, se inclinou na minha direção, apoiando suas mãos sobre meus joelhos, e pude ver seus seios. Então ela perguntou, com sua boca bem próxima da minha: "Posso fazer o que eu quero?" Eu disse que sim. Ela então sorriu e se abaixou bem devagar, se ajoelhando no chão. Olhou para as minhas calças e viu que eu estava excitado, então olhou de volta para mim e riu. Disse a ela eu estava com muito tesão, que queria que ela fizesse bem gostoso pra mim. Ela concordou com um gemido, levantou um pouco minha camisa e abriu a braguilha da minha calça. Meu pau estava tão duro que ela teve dificuldade pra baixar a cueca. Então pegou ele com uma mão, olhou para mim e colocou ele na boca, fechando os olhos. Ficou me chupando por vários minutos, mexendo com mão em baixo e segurando minhas costas com a outra, enquanto eu acariciava o pescoço dela. Ela só tirou meu pau da boca para mexer bem rápido, muito gostoso. Eu tinha certeza que ela já tinha feito isso antes e mentiu pra mim. Com certeza ela já tinha transado com outros caras.

Chupou mais um pouco e se levantou. Me olhou e começou a abrir sua blusa, tirando-a e jogando no chão. Abriu o botão e o zíper de sua calça, se virou e abaixou sua calça com as pernas bem esticadas. Pela calcinha fio dental rosa pude ver aquela xoxotinha inchada e um pouco molhada. Ela me perguntou se eu tinha camisinha e eu disse pra ela pegar na minha carteira, na minha calça. Ela trouxe e colocou no meu pau, direitinho. Aí eu disse: "você já fez isso antes, não é mocinha?" e ela apenas riu. Abaixou a calcinha até o joelho, pegou minha mão e antes que ela pusesse em algum lugar fui até aquela xoxotinha e mexi um pouco, até que ela segurou forte e tirou. Veio pra cima de mim e sentou devagar em cima do meu pau. Enquanto meu pau entrava ela gemia baixinho e se mexia aos poucos pra cima e pra baixo. Quando ela sentou e meu pau entrou todo ela disse no meu ouvido, meio gemendo: "me come, me come gostoso". Com as mãos naquela bundinha comecei a puxar ela pra cima e deixando ela voltar, colocando e tirando meu pau de dentro dela. Ela era leve, devia pesar uns 50kg, então pude fazer isso por bastante tempo. Quando percebi que ela estava quase gozando coloquei dois dedos na bunda dela e ela começou a gemer mais alto. Aquilo me excitou demais e puxei o cabelo dela atrás, enquanto metia mais fundo os dois dedos e ela pulava no meu pau, que já não saía de dentro dela. Quando ela gozou me abraçou forte, pediu pra parar que estava doendo, mas ficou sentado no meu pau. Tirei os dedos da bundinha dela e disse que ela precisava terminar o serviço pra mim.

Ela disse "é que tá doendo. Como a gente faz?" Eu disse que podia ser atrás, se ela quisesse. Ela perguntou "como assim? Na bunda?" Eu ri e disse que sim. Aí ela fez uma cara meio rindo, meio safada, e se levantou. Ficou de quatro no tapete do chão e virou a cabeça pra mim, dizendo: "se é isso que tu quer... vem". Eu estava muito excitado, tirei a camisinha e me levantei rápido. Fui até ela e com uma mão na bunda dela e outra no meu pau comecei a passar ele no cuzinho dela. Quando apertei ela gemeu e disse pra eu colocar devagar. Fui apertando enquanto ela gemia baixinho e quando coloquei a cabecinha ela começou a robolar pra cima e pra baixo devagar, olhando pra trás, pra mim. Aquilo me excitou tanto que comecei a meter forte e rápido, embora não entrasse muito. Ela gemeu alto e se jogou no chão, ficando deitada de bruços. Passei meus braços nos seios dela e comecei a meter forte na bundinha dela. Ela gemia cada vez que meu pau entrava e aquilo foi me deixando cada vez mais excitado. Meti devagar de propósito, pra que ela gemesse mais e eu não gozasse, até que ela disse "goza em mim, por favor, goza". Meti tudo e ela apertou minha mão com força enquanto gemia. Comecei a meter mais rápido de novo, apertei as pernas dela com as minhas e gozei na bunda dela. Deixei meu pau dentro enquanto respirava ofegante com boca encostada no cabelo dela, mas ela pediu pra tirar que estava doendo muito. Me levantei e juntei minhas roupas mas ela ficou deitada lá, com a mão na xotinha. Disse pra ela se levantar, logo minha mulher chegaria. Ela perguntou se podia tomar um banho, eu disse que sim, mas que fosse rápido.

Antes de ela entrar, fui até o chuveiro para lavar meu pau. Ela entrou, sem roupa e perguntou se podia lavar pra mim. Eu não queria mais aquilo, mas disse que sim. Ela percebeu e ficou séria, enquanto mexia no meu pau que já estava ficando duro de novo. então ela disse, séria, pra eu me secar antes que minha mulher chegasse. Não respondi e voltei para o escritório. Depois desse dia, toda vez que eu a via ficava com tesão, e ela sabia disso, mas não conversamos mais sobre isso.

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certo dia, mais uma vez eu estava trabalhando em casa quando ela chegou da escola para cuidar do bebê. Minha mulher viajou a trabalho e eu já vinha pensando no que fazer com a Bruna. Eu não queria me envolver com a garota, mas ela me deixava muito excitado. Fui até ela enquanto ela preparava a comida do meu filho e perguntei se estava tudo bem. Ela tomou um susto e riu, dizendo que sim. Conversamos sobre algumas coisas do bebê e em um momento de silêncio ela perguntou se eu havia ficado bravo com ela naquele dia. Eu disse que não, apenas nervoso por causa da minha mulher, que podia chegar a qualquer momento. Ela então se enconstou de costas na pia, olhou para mim, que estava ao seu lado, e perfuntou se eu havia gostado. Ri, e disse que havia sido bom sim. Ela perguntou por que eu ri, mas não respondi. Perguntei se aquilo era pra saber se eu queria outra. Ela fechou a cara e voltou a fazer a comida do bebê.

Mais tarde, flagrei ela novamente me olhando, na porta do escritório. Ela não disse nada, então perguntei se ela não queria sentar ali comigo. Ela puxou uma cadeira do meu lado e falei pra ela algumas coisas sobre meu trabalho. Logo estávamos conversando sobre outras coisas quando ela disse que estava namorando... havia mais de 6 meses! Perguntei a ela sobre esse namorado, se ela gostava mesmo dele e ela disse que sim, mas que ele era muito bobo. Perguntei se ela já havia transado com outros homens e ela disse que saía de vez em quando, mas não transava com ninguém.

Uma hora antes de terminar o horário dela, perguntei se ela não podia fazer um favor pra mim: cuidar do bebê a noite e dormir na minha casa. Ela disse que precisava avisar sua mãe e o fez. Mas depois disse: "tem um problema: eu não tenho roupas pra dormir" e riu. Eu disse que não tinha problema, que ela dormiria no quarto de visitas e teria privacidade.

Tudo correu tranquilo até a noite. Fiquei até tarde acordado e fui ver TV pra relaxar. Ficava pensando nela, no quarto, provavelmente pelada, mas não queria fazer aquilo de novo. Poderia ser perigoso, afinal, era só uma menina, poderia acabar perdendo a cabeça e trocando os pés pelas mãos. Só que pensar nela me deixou com tesão e resolvi ver algum programa pornô. Já com o pau pra fora, percebi que ela vinha pelo corredor. Tapei com a calça e ela sentou no meu lado, dizendo que não conseguia dormir - estava de calcinha e camiseta. Aí olhou pra TV e riu - não tive tempo de mudar de canal. Ela olhou pra mim e disse "acho que vim na hora errada" e passou a mão devagar no meu pau, por cima da calça. Eu tirei a mão dela e disse "Bruna, espera. Isso é perigoso", "Por quê?", "você é uma menina, eu sou casado". Ela fez uma cara de reprovação e disse "eu sei que você quer, senão não teria dito pra eu ficar. Eu também quero, é só isso", "não quero que você confunda as coisas", mas ela me convenceu: "você acha que eu quero algo além de transar?" Então coloquei a mão dela de volta no meu pau enquanto assistia o programa. Ela colocou a minha mão por cima da calcinha dela, onde mexi devagar. Quando a cena começou a esquentar ela olhou pra mim e usou as duas mãos pra abaixar minha calça. Abaixou a calcinha e encostou a cabeça no braço do sofá, abrindo a perna e colocando a mão na xotinha. Eu me deitei por cima dela e comecei a meter devagar. Ela gemeu quando entrou mas começou a falar, junto com o filme "me fode, vai, me come" e aquilo me excitou muito. Me levantei do sofá e puxei as pernas dela para o lado, deixando ela com o corpo repousado sobre o sofá. Meti até o fundo naquela xotinha enquanto ela segurava os seios e gemia. Já estava quase gozando quando tirei e disse pra ela chupar. Ela riu, se levantou, se ajoelhou na minha frente e começou a chupar. Quando ela começou a rebolar e chupar forte vi que ela estava muito excitada. Deitei ela no sofá, de costas pra mim, e comecei a meter rápido na xotinha dela. Ela foi ao delírio e logo gozou, mas eu não. Tirei meu pau de dentro dela e virei ela de frente para mim. Me ajelhei no sofá e comecei a mexer rápido no meu pau. Ela disse; "não vai sujar o sofá, tá?" e sorriu. Logo eu estava gozando por cima dela, no rosto na boca, no queixo, no peito e na barriga. Ela soltou um gritinho quando a porra caiu no rosto dela e colocou a mão na direção do meu pau, por isso foi um póuco no braço dela também. Ela começou a passar a mão na barriga, em cima da minha porra, e disse que queria tomar um banho. Estava molhada na cara, então ri e passei meu dedão na boca e no queixo dela pra limpar e coloquei dentro da boca dela, e ela chupou meu dedo. Depois disso ela tomou um banho e foi dormir no quarto de hóspedes.

Mas esse foi só o começo da história. Ela era muito safada do que eu pensava... e como toda a menina safada, também tem amigas safadas! Numa outra hora conto mais sobre a bruna.

Ninfeta Maria Luiza

Era manhã da véspera de Natal de 2009. Meiga e delicada, Maria Luiza passeava por entre as mercadorias expostas em uma grande feira de roupas que acontece em Ceilândia, no Distrito Federal. Seu rosto angelical revelava sua tenra idade, porém suas formas firmes e sensuais, seu jeito de caminhar e seu olhar malicioso demonstravam uma mulher desabrochando.
Naquele dia usava um vestido de malha acima do meio da coxa, que acentuava ainda mais sua sensualidade, bunda redondinha, seios pequenos, gordinhos e pontudos que eram facilmente visualizados através do tecido.
Quando a vi passar fiquei encantado, não podia deixar escapar a chance de apreciar um pouco mais aquela visão maravilhosa, falei pra minha mulher que iria ao banheiro e fui atrás da menina.
Ela caminhava vagarosamente em meio à multidão, não foi difícil alcançá-la, segui-a sem deixar que percebesse minha presença, em meio ao tumulto do povo que tentava comprar produtos baratos, encostei mais ainda nela, era pequena perto de mim, em meio ao tumulto, fui praticamente obrigado a encocha-la, quando encostei nela senti uma sensação deliciosa, a maciez de suas nádegas era incrível, rapidamente meu pênis tomou forma, senti que ela notou, me olhou um pouco encabulada, eu a encarei e mantive a postura séria, após alguns passos naquele esfrega-esfrega conseguimos sair do outro lado do tumulto.
Comecei a andar ao seu lado, fiz um elogio falando que ela era muito linda, ela me olhou de maneira contida, tímida e sorriu. Continuei andando ao seu lado, perguntei qual era seu nome, respondeu delicadamente ?Malu?, já sentia meu cacete começar a crescer novamente só em conseguir estabelecer contato com aquela delicia. Perguntei se podia pagar-lhe um sorvete, um refrigerante ou outra coisa qualquer. Disse que estava com pressa, vinha buscar um produto que já estava reservado em uma banca para a mãe e que não poderia demorar. Não poderia deixar aquela chance escapar. Perguntei se depois que entregasse a encomenda poderia sair. Disse ?só mais tarde?, então perguntei se poderia acompanhá-la um pouco mais, não respondeu nem que sim nem que não, mas o sorriso em seu rosto me fez interpretar como uma resposta afirmativa. Continuei puxando papo, perguntei sua idade, respondeu que tinha 1, fiquei espantado pois achei que tinha mais.
A essa altura da história acredito que devo apresentar-me, me chamo Marcos, sou empresário, tenho diversos negócios no Planalto Central, inclusive uma loja na referida feira. Sou um homem maduro, já na faixa dos 40 anos, casado.
Perguntei onde ela morava, falou que era em Ceilândia mesmo. Me dispus então a levá-la até próximo de sua casa para que entregasse a encomenda com maior rapidez e, dessa forma, sobraria mais tempo pra conversarmos.
Ela exitou durante alguns minutos e acabou aceitando a carona. Combinei pra nos encontrarmos em 15 minutos no estacionamento da feira. Retornei rapidamente até a minha loja e falei pra mulher que iria ao banco. Fui pro estacionamento e fiquei esperando a ninfeta, ela demorou um pouco além do combinado, pensei que não viria, quando apareceu andando entre os carros quase pulei de alegria. Dei um sinal, ela veio rápido ao meu encontro, abri a porta da caminhonete, ela entrou e nós saímos rapidamente do local. Da feira até a casa dela não era muito longe, cerca de 5 km. Fomos conversando a respeito de diversos assuntos, perguntei se tinha namorado, respondeu que não, que já havia namorado um garoto mas tinha terminado a cerca de um mês, que ele era um galinha e que dava em cima de todas as meninas da rua. Deixei-a muito a vontade para falar.
Desceu do carro na esquina da sua casa, foi rápido e entrou em uma casa muito simples com um portão velho de madeira. Fiquei apreensivo pois aquela região era conhecida por ser muito violenta. Levei sorte pois a rua estava praticamente deserta. Após uns 15 minutos apontou novamente, embarcou e saímos. Disse que mentiu para a mãe, falando que iria na casa de uma amiga no final da mesma rua, logo não poderia demorar muito, senão a mãe iria atrás dela, como já havia feito outras vezes. Não sabia muito bem onde levá-la. Parei o carro em uma rua tranqüila embaixo de umas arvores. Perguntei se tinha algum lugar de sua preferência, falou que não, que não conhecia muito aquela região, que geralmente quando saia era pra ir na casa daquela amiga. Perguntei se podíamos conversar um pouco, respondeu positivamente, nesse momento tive um pouco de calma pra observá-la melhor. Era realmente uma ninfeta maravilhosa, boca bem desenhada, pernas bronzeadas e torneadas, sem marcas, com pelinhos claros bem ralos, pele morena clara, braços finos, mãos pequenas e delicadas, dedos longos e finos, unhas bem cuidadas, cabelos pretos lisos pelo ombro, magra, usava um vestido de malha vermelha, não usava soutien, sob o tecido do vestido podiam ser apreciados seios de tamanho pequeno pra médio extremamente pontudos com auréolas médias.
Gostaria de falar um pouco mais sobre minha pessoa. Sou um homem extremamente ativo sexualmente, tenho a sorte de aparentar uma idade inferior à verdadeira e muito mais sorte por ter um pinto muito grosso.
Concomitantemente à nossa conversa, comecei a imaginar todas as delícias que gostaria de fazer com aquela ninfetinha gostosa e não consegui esconder minha ereção.
Resolvi quebrar um pouco o gelo, peguei na mão dela, que era bem menor do que a minha, ela não esboçou reação, comecei a alisá-la, depois comecei a passar de leve minha mão no seu braço, nos seus cabelos. Fui chegando mais perto, pra ver se ela recuava, não reagiu, ficou inerte, mas sentia que estava muito quente e com as mãos úmidas, suava e estava um pouco trêmula. Aproximei-me mais e dei-lhe alguns beijos no rosto, fui beijando em direção à sua boca, dei-lhe alguns beijinhos tipo selinho, passava mão no seu cabelo, perguntei-lhe se estava à vontade, respondeu sim com a cabeça, aos poucos os selinhos foram ficando mais demorados, a cada novo beijo ela abria mais os lábios, até que começamos a nos beijar voluptosamente, nossas línguas se tocavam e se entrelaçavam, nossas salivas se misturavam, senti sua saliva umedecendo meus lábios e a minha umedecendo os lábios dela. Acho que nunca dei e recebi um beijo tão gostoso. Sua boca era pequena, seus lábios eram carnudos lindos e gostosos, abracei-a forte enquanto beijava.
Algumas pessoas começaram a passar pela rua e comecei a ficar preocupado, afinal estava em uma região não muito segura e com uma menor. Poderia ser assaltado ou ser interpelado pela polícia, nas duas situações estaria ferrado.
Perguntei se podiamos ir pra outro lugar, ela reforçou que não poderia demorar, perguntei quanto tempo ela tinha, respondeu que teria que estar em casa antes do anoitecer, olhei no relógio do carro e verifiquei que passava um pouco das 15 hs, isso nos deixava cerca de 3 horas. Pensei, pensei ?o que eu faço agora, pra onde levo essa gatinha?, resolvi fazer praticamente uma loucura e levá-la a um motel, mesmo sabendo dos riscos que estaria correndo. Perguntei a ela se poderia levá-la a um lugar que pudessemos ficar mais à vontade, ela perguntou ?pra onde??. Respondi, ?um lugar bem legal onde não vamos ser incomodados?. Ela olhou pra mim com uma cara de safadinha, deu um pequeno sorriso e falou ?humm, sei!?. Falei ?não precisa ter medo, você não precisa fazer nada que você não queira, ta bom??. Então ela respondeu ?Não sei não Marcos, tô com um pouco de medo, tava olhando o volume na sua calça, acho que você é muito grande pra mim?
Perguntei se era virgem, respondeu que achava não, pois havia transado uma vez com o namoradinho de quem me falou, porém, nas palavras dela, ?ele tinha um pênis bem pequeno e fininho?.
Caiu a ficha novamente, me vi naquela situação quase constrangedora, estava eu, um homem de meia idade, prestes a levar uma menina, possivelmente virgem, pro motel, uma verdadeira loucura, isso poderia acabar mal.
Porém, era um sonho guardado a sete chaves no meu eu mais obscuro, não poderia perder aquela oportunidade sob pena de não me perdoar nunca mais por ter tentado.
Meu tesão cegou-me em relação ao perigo, liguei o carro e comecei o caminho em direção à região dos motéis no Núcleo Bandeirantes.

Você gostou da primeira parte da história? Gostaria de receber comentários a respeito. Não sei se publico a segunda parte ou se envio o restante por e-mail para os interessados.

Gostaria também de contactar meninas e mulheres que gostaram das minhas características e queiram desenvolver uma amizade, mesmo que seja virtual.

marcosbacelar.df@gmail.com

Primeira Experiência da Namoradinha

Vou relatar a vocês uma história que aconteceu comigo. Eu (André) namorava uma menina (que chamarei Betina) bem tímida, tinha um corpo muito bonito com seios grandes e firmes. Começamos a namorar , eu era amigo do seu irmão que estudava na mesma escola que eu e acabamos nos conhecendo quando fui a sua casa falar com o seu irmão.
Como ela era muito tímida, demorou um tempinho para nos entrosamos, e logo que, começamos a conversar eu percebi que ela tinha um certo interesse por mim, sabendo disso comecei a investir, até que ela cedeu e começamos a namorar. Como éramos muito jovens seu pai só permitia que eu a visse uma vez na semana e durante os fins de semana e não podíamos sair sozinhos, somente acompanhados ou pelo seu irmão mais velho ou o seu irmão mais novo que marcava em cima.
Depois de mais ou menos 2 anos de namoro nós ainda não tínhamos saído da fase 1 (beijinho), já tava cansado de voltar pra casa com o pau duro e as vezes todo melado, tendo que bater uma punheta toda vez que chegava em casa para me aliviar. Foi quando decidi, numa sexta à noite na sala de estar da casa dela, estávamos sentados no sofá dando uns beijos e senti que ela estava se empolgando com aqueles beijos, mas estava se contendo, pois atrás do sofá estavam o seu irmão e a sua namorada (que também era minha amiga da escola) sentados no computador jogando, e então eu percebendo que ela estava excitada eu a chamei para irmos para o jardim que ficava na frente da sua casa, quando chegamos lê encostamos no fusquinha azul de meu sogro e ficamos nos beijando quando de repente comecei a alisar a sua barriga e fui subindo devagar para não assusta-la, percebi que seus mamilos estavam durinhos e então coloquei minha mão por baixo de sua blusa e subi até chegar aos seios, quando apalpei os seus seios ela parou de repente e tirou a minha mão e me pediu para não fazer mais isso, fui para casa depois pensando como fazer para poder toca-la de novo.
No sábado voltei a sua casa, chegando logo pela manhã, estavam todos lá pai, mãe, avó, tias, prima, irmãos... Percebi que seria difícil tentar algo naquele dia. Depois do almoço sua tias foram embora com a sua prima, e meu cunhada saiu com a namorada, ficamos eu, Betina e seus pais em casa. Fomos para a sala e ficamos sentados no sofá conversando quando percebi que meus sogros entraram para o quarto, então pensei a hora é agora, começamos a nos beijar e não perdi tempo, tratei logo de colocar as mãos em seus seios que eram bem macios e durinhos, ela pediu pra parar, mas senti que ela estava gostando e continuei, quando eu percebi ela estava com a mão dentro do meu short pegando no meu pau, quando percebi que ela estava gostando eu pedi pra ela parar e levantei a sua blusa para poder admirar seus seios, quando tirei sua blusa e levantou e foi andando até seu quarto, chegando na porta do quarto ela virou e me chamou.
Fui correndo para lá e quando estava entrando no seu quarto ela me pediu para esperar, quando ela abriu novamente a porta, pediu para eu entrar sem olhar para ela e assim fiz, quando entrei, ela fechou e trancou a porta do quarto, ela tocou em meu ombro e pediu para que eu virasse, quando eu virei ela estava apenas com uma sainha bem curtinha e com seus seios amostra, não agüentei e comecei a lamber seus seios.
Eu lambia seus seios e passava a mão por todo o seu corpo, parando com a mão bem em cima da sua bucetinha que estava bem quente e molhada, ela me fez só um pedido ? me faz gozar ? e então eu pedi para que relaxasse e deitasse na cama, quando ela deitou, eu perguntei se ela queria ver como estava o meu pau e ela disse que sim, tirei minha camisa e tirei meu short, deixando o meu pau duro e grosso por baixo da cueca, ela olhou pro meu pau e pediu pra toca-lo, eu me aproximei e ela começou a toca-lo com um certo receio, olhei pra ela e perguntei se ela queria que eu tirasse minha cueca, e ela me disse ? está esperando o que? ? quando tirei, ela ficou um tempinho olhando meu pau e disse ? eu já vi uma rola num filme, agora eu quero sentir tua rola pelo meu corpo ? então me aproximei, deixando a cabeça vermelha do meu pau perto da sua boca, ela meio assustada pegou com força o meu pau e começou a beija-lo, perguntei a ela se queria bater uma punheta em mim, ela olhou pra mim sorriu, e começou a bater uma punheta bem gostosa, perguntou se estava fazendo direito e eu disse ? tem certeza que nunca fez isso em ninguém? ? ela disse que tinha tido umas aulas com a prima.
Pedi para que ela parasse senão iria gozar, e pedi pra ela levantar, quando ela se levantou tirei sua saia e vi que estava sem calcinha, sua buceta era grande, rosada e tinha os pelinhos bem baixinhos, a deitei na cama e abri suas pernas, comecei a beijar e lamber a parte interna de suas coxas passando o dedo em sua bucetinha que estava totalmente molhada tirei o dedo da sua buceta e coloquei em minha boca, sentindo seu gosto e seu cheiro. Abri bem sua bucetinha e coloquei minha língua dentro, ela começou a gemer me pedindo pra não parar, pedi para ela ficar de quatro, e que bunda linda ela tinha, pele bem macia, sem nenhuma marca, ela empinou bem a bundinha deixando a mostra o seu cuzinho rosadinho, comecei a lamber seu cuzinho e sua bucetinha como ela pediu e só parei quando ela começou a gemer mais forte e inundando minha boca e suas coxas com seu gozo.
Quando ela se recuperou olhou pra mim e disse que queria retribuir, ela me pediu pra que eu deitasse, quando deitei, ela se ajoelhou ao lado da cama e começou a lamber minha coxa subindo devagar tirou o meu pau do caminho com a mão e subiu para meus peitos, beijou a minha boca com bastante vontade e desceu direto pra minha rola, que a esta hora já estava molhada, ela me olhou e começou a lamber meu saco, subindo com a língua até a cabeça da minha rola, quando colocou a minha rola na boca e começou meio sem jeito a fazer movimentos de vai e vem, depois começou a bater uma punheta em mim, lambendo a cabeça do meu pau, enquanto eu colocava meus dedos na sua bucetinha, ela continuou a lamber meu pau, quando eu pedi que parasse senão iria gozar em sua boca, ela tirou a boca e continuou a bater punheta até que gozei, ela tirou a mão do meu pau e então pedi para que ela lambesse o minha rola que estava toda gozada, ela lambeu a cabecinha para prova meu gozo e depois engoliu quase que inteira a minha rola, deixando-a bem limpinha, nos vestimos e voltamos para a sala, seus pais ainda dormiam e ficamos brincando novamente na sala.
Esta foi a primeira vez que ela viu, tocou e masturbou um homem e depois disso passamos muito tempo ainda só nas preliminares, ela que pra todos se mostrava muito tímida a sós comigo se mostrava uma verdadeira devassa.

Arrombando a Namoradinha Virgem

Meu nome Marco e o da minha namorada Keel ...

Minha namo é loira, peitos grandes, bunda grande, olhos claros e muito gostosa.

Era véspera de ano novo, e eu e Keel estávamos em casa ... como sempre ... se curtindo no meu quarto ... mais akela coisa básica ... beijos, abraços, carícias (medrosas) ... até q eu um dia começamos a passar um pouco daqueles limites ... e quando estávamos nos beijando minha mão foi subindo por dentro da sua blusa ... e comeceii a acariciar aqueles peitos gostosos e firmes e ela desceu a mão para dentro da minha calça que já estava com um volume imenso de tesão !!!

Tirei sua blusa e comecei a mamar naquela teta maravilhosa e ela começou a bater uma pra mim ... !!! Enquanto eu mamava fui descendo com minha mão pra sua xaninha virgem e apertadinha e ela começou a gemer ... e parou por ali ... não deixou eu continuar ... apenas me fez gozar e ali acabou nossa tarde !!!

Liguei pra ela no dia seguinte e perguntei o porque ela num deixou rolar, já que tava tão bom ...
Ela disse que estava com muito medo mais que tava louca de tesão ...
Aproveitei que meus pais foram viajar e chamei ela pra vir em casa no domingo, que a casa estaria vazia ... !!!

Enfim chega o domingo, almoçamos e tal e fomos para o quarto da minha mãe ... colocamos um filminho pra animar a tardeee e começamos a nos beijar loucamente ...

eu pegando naqueles peitões que ela tinha ... comecei a percorrer o corpo dela com a minha linguaaa ... e ela gemiiia de tanto prazer ...
enquanto isso, ela foi tirando minha roupa e eu a dela ... fique só de cueca e quando ela viu o volume em minha cueca, do meu mastro já excitado, ela ficou loucaaa e pulou em cima de mim ...

ela pegava com tanto gosto e com tanta prática que eu jurava que ela num era virgem ...

Deitei ela na cama, toda peladinha e deitei em cima dela e comecei a enfiar meu pau na xaninha virgem dela ...

Ela gritava muito e ao mesmo tempo sentia muito prazer !!!

Quando enfiei tudo ela gritou com uma voz rouca e louca de prazer e pediu que eu nao parasse !!! comecei a enfiar e por nela ... e ela começou a gozar ...

quando tirei meu pau da bucetinha dela ...ela pegou e enfiou denovo ... havia gostado da coisa !!!

Quando xegamos ao ápice do orgasmo .. fui gozar e gozei tudo nela !!!
de inicio ela ficou meio assim, mais depois foi tomando todo o meu leitinho e demos uma pausa na transa e depois começamos tudo de novo .. só que com oral ...

fiz ela gritar de prazer lambendo a xoxotinha dela interaaa e depois ela me fez gozar xupando meu pau que nem uma putaa ...

até hoje, seus pais axam que ela ainda é virgem e eu continuo comendo ela !!!

Aprendendo a ser gente grande

Meu nome é Gisela, tenho hoje 22 anos e moro em São Paulo. Quando eu tinha 18 anos estudava em um colégio na zona norte e fiquei muito amiga de Maria Amélia ; eu vivia na casa dela e ela na minha. Seus pais tinham um sitio no interior onde passávamos juntas as férias e muitos feriados prolongados, às vezes com outras colegas. Uma ocasião, minha amiga não estava bem de notas e ficou de recuperação. Acontece que havíamos programado passar 15 dias direto no sítio mas os pais dela decidiram que sítio, para ela, só depois das provas. Depois de muita discussão e muito barraco, ficou decidido que eu iria com o pai dela (que tinha compromissos no local) e ela ficaria com a mãe em casa, estudando para as provas, que seriam na semana seguinte. Esse era o máximo da concessão que os pais da minha amiga estavam dispostos a fazer. Se tudo desse certo, Maria Amélia se encontraria comigo na semana seguinte e torci para ela se dar bem nas provas.
No sítio, fiquei super à vontade, pois tinha um quarto só para mim e o pai da minha amiga era uma pessoa muito bacana comigo. No primeiro dia me levantei lá pelas 10 h, tomei banho, coloquei meu biquini, uma bermuda folgada, camiseta, havaianas e fui tomar café. ?Seu? Jorge (fictício) estava na pequena sala que usava como escritório, mas parou o que estava fazendo e foi me acompanhar no café. Conversamos um pouco e ele voltou ao trabalho, combinando que me encontraria no almoço. Acabei meu café e fui para a piscina, o sol estava maravilhoso. Fiquei por ali, bem à vontade de biquini e, pensando hoje sobre aquele tempo, acho que ?seu? Jorge deve ter me dado umas olhadas da janela do escritório porque, apesar da idade, eu já era uma mocinha bem bonitinha, baixinha, pele bem clarinha, cabelos curtos cor de mel, coxas grossas, bumbum cheio e arrebitado, seios pequenos mas bem formados. Almoçamos juntos, cada um fez um programa de tarde e voltamos a nos reunir no jantar. Conversamos um pouco depois e ?seu? Jorge me disse que iria sair, que precisava resolver umas coisas na cidade e que voltaria tarde. Ele era mesmo um coroa legal, tinha uma barriga de puro chopp, um peito bem peludo e grisalho e um rosto bonito. Ele adorava cerveja e me oferecia de vez em quando com um ar de cumplicidade que eu adorava.
Fui dormir nesse dia por volta das 10 hs. Acordei com alguns barulhos estranhos mas estava muito sonada; mesmo assim levantei e fui ver o que era. Havia movimento no quarto do ?seu? Jorge, mas o corredor estava escuro e pude me aproximar sem ser vista. Não acendi as luzes e fui em direção ao quarto dele. Havia luz e olhei então pela fresta da porta. ?Seu? Jorge estava deitado na cama de barriga para cima e uma garota bem jovem o cavalgava com as mãos sobre seu peito. Fiquei paralisada de susto, um nó horrível na garganta, acho que de medo. Espiei outra vez e a garota naquela hora estava saindo de cima do pau dele; ela ficou de quatro e ?seu? Jorge pegou-a por por trás. O pau dele era enorme, muito grande mesmo e muito grosso e ele se ajeitava para comer a menina por trás. Meu instinto me fez fugir dali, o medo de ser descoberta era insuportável. Fui para o quarto e a partir dessa hora tentei dormir mas não consegui. Aquilo era uma traição com a mulher dele e isso me indignava; ao mesmo tempo as cenas com aquele cacetão dele me excitavam, não me saiam da cabeça.
Pela manhã estava mal disposta e fui tomar café. ?Seu? Jorge não estava, já havia saído e eu não sabia para onde. Passei o dia com as cenas dele e da menina fermentando na minha cabeça. Não nos vimos no almoço mas nos encontramos para jantar. Eu já estava melhor e podia disfarçar o meu embaraço de haver penetrado na intimidade dele sem que ele soubesse. Nessa noite ele bebeu muito vinho, acho que umas duas garrafas e ficou meio que jogado no sofá, vendo televisão. Fiquei por ali também e, como ele estava com um shorts largo, arriscava de vez em quando um olhar para o pau dele, que me impressionara tanto no dia anterior. Deu meia hora e ele se despediu de mim e foi deitar. Fiquei ali na sala, meio frustada porque não conseguira ver nada pela perna do shorts. Quando desliguei a TV e fui me deitar, a porta do quarto dele estava escancarada, a luz de cabeceira acesa e ele largado sobre a cama vestido só de cuecas. A cena era hipnotizadora para mim: o peito bem cabeludo e aquele barrigão; e as cenas do dia anterior que não saíam da minha cabeça. Depois de alguns minutos, com o coração na boca, resolvi entrar no quarto. Se ele acordasse eu diria que estava lá p/ ver se ele estava bem, se a bebida não tinha feito mal, para apagar a luz, o que fosse. Fiquei ao lado da cama, olhando fixamente o volume do seu pau na cueca. Não sei quanto tempo fiquei ali mas de repente ?seu? Jorge se mexeu na cama e eu fiquei paralisada de medo; dormindo pesado, ele ajeitou o pau, que começou a crescer. O safado estava sonhando, provavelmente com a menina do dia anterior. Vez ou outra ele alisava o bruto, que continuava crescendo, forçando a cueca. Até que uma hora ele afastou o elástico da perna e soltou o aquele cacetão. Que fantástico! Um cabeção grosso, o pau latajava. Eu já havia dado umas pegadinhas no pau de um colega da escola, mas eu nunca tinha visto uma pica assim. Deu uma vontade tremenda de pegar nele mas não tinha coragem. Saí de fininho e fui ao meu quarto. Deitei e fiquei imaginando que ele acordava e vinha me olhar também. Fiquei de bruços, ajeitei minha calcinha bem no reguinho, levantei a camiseta, deixando minha bundinha à mostra, e fiquei em transe quase gozando. Deu algum tempo e ouvi barulho; ?seu? Jorge estava se levantando. Fiquei imóvel, quase não respirava, mantendo a posição em que estava. Ele veio até à porta do meu quarto e ficou um tempão ali me olhando. Depois tirou seu pau para fora e o acariciou. Meio de lado, cabeça entre os braços, eu via seus movimentos. Ele tocou uma punheta bem devagar me olhando e gozou na mão, para não deixar cair a porra no chão. Saiu, foi se limpar e voltou com um pano, limpando o chão em que havia caído um pouco da porra que aquele caralhão produzira. Depois voltou ao seu quarto e apagou as luzes. O silêncio voltou, exceto pelo meu coração, que estava aos pulos. Esperei um pouco, me levantei e fui dar uma espiada. Estava muito escuro e voltei para a cama. Não conseguia dormir, a cena da punheta naquele pauzão não me saía da cabeça e eu estava em fogo. Bastante tempo se passou, não lembro quanto. Senti então que a luz fora acesa e percebi que seu Jorge veio até à minha porta. Ele aguardou um pouco e me chamou pelo nome; eu virei o rosto e respondi. Vestido apenas com o shorts, o barrigão de fora, ele entrou no quarto e sentou na minha cama. Ficou algum tempo em silêncio e perguntou se estava tudo bem; eu disse que sim, que estava um pouco quente e que eu havia acordado e estava difícil pegar no sono novamente. Ele disse que também estava sem sono; perguntou se podia ficar por ali um pouco; parecia que ainda estava um pouco alto da bebida mas eu o tratava normalmente. Enquanto falávamos abobrinhas, ele ficava passando a mão no meu cabelo e pude ver que ela estava sem cueca e que seu pau estava duro, forçando o shorts. Apesar do estar escuro no quarto, vez por outra eu o via levar a mão disfarçadamente até ao pau e dar uma segurada nele. Ele devia estar morrendo de tesão, assim como eu estava. Me virei de lado para conversarmos melhor e ele podia ver meus peitinhos quase saindo p/ fora da camiseta larga. De repente ele perguntou se eu não estava um pouco tensa e se eu queria uma massagem nas costas para relaxar e dormir. Disse isso, me virou de bruços e, se ajeitando melhor, começou uma massagem em minhas costas por cima da camiseta. Fiquei com o rosto de lado e, como ele estava sentado na cama com a perna dobrada, eu tinha um visão do seu pau duro pela perna do shorts. Quando ele se ajeitou melhor pude ver a cabeça grossa do seu pau saindo do shorts e não resisti: a pretexto de me ajeitar melhor deixei o braço sobre sua perna, encostando no seu pau. Ele passou a se movimentar e a tentar que seu pau, disfarçadamente, saísse mais para fora do shorts. Eu tinha certeza que ele queria mas não tinha coragem de tomar a iniciativa e aguardava que eu desse o primeiro passo. Eu esperava que ele desse esse passo. Então ele se virou um pouco mais e me deu um beijo na cabeça; nesse momento seu pau alisou meu braço, eu não resisti e passei a mão. ?Seu? Jorge me virou de frente, suspendeu minha cabeça e me deu um beijo de lingua que me deixou sem folego. Perguntou, sorrindo, se eu queria brincar com ele e foi tirando o pau todo p/ fora. Pegou minha mão e levou até ele. Segurei firme e fiquei olhando e mexendo bem devagar. Ele aproveitou e passou a mão nas minhas tetinhas e na minha boceta. Tentei fechar as pernas mas ele as abriu, colocou a calcinha de ladinho e me alisou bem gostoso. Ficamos assim ali, um tempo, ele alisando a minha xaninha e eu segurando firme no pauzão dele. Então ele se levantou e, me pegando pela mão, me pôs de pé na sua frente, tirou minha camiseta, se abaixou um pouco e chupou meu peitinhos alternadamente. Eu estava em fogo, faria o que ele me dissesse para fazer. Logo ele se levantou, me abraçou forte e seu pau deslizou entre minhas pernas. Ele começou a me encoxar e pegou a minha mão esquerda e me fez segurar seu pau, pedindo para bater uma punheta em minhas coxas. Eu estava doida e comecei a me esfregar naquele caralho enquanto batia uma punheta e olhava para baixo, fascinada, e via aquele pauzão na minha mão que mal se fechava de tão grosso. Eu queria ve-lo gozar nas minhas pernas e não demorou muito recebi um jato forte, seguido de muitos outros. Ele tinha um gozo abundante e me melou toda. O safado gemeu gostoso e quando terminamos foi até o banheiro e trouxe papel higienico, me limpou e limpou o chão e disse que agora eu deveria dormir. Me deitou na cama, me deu um beijinho e saiu.
Não consegui ficar muito tempo sozinha e fui até seu quarto. Ele estava largado na cama, pelado; eu me sentei na beira e peguei de leve no seu pau. Comecei a punhetá-lo novamente, enquanto ele gemia e aquele monstro crescia em minha mão. Não resisti, me abaixei e passei a língua no pauzão, queria sentir o seu gostinho, fazer que nem a garota da noite anterior. Coloquei ele na boca e mamei até ficar bem duro; punhetava e chupava, queria foder. Estava tão alucinada que chequei até a machucá-lo. Então me puxei para cima dele e fiquei esfregando a minha bocetinha no seu pau e beijando seu peito peludo, os peitinhos dele, beijando sua boca e pegando no seu pau. Ele passava a mão na minha bunda e por traz procurava o buraquinho da minha bocetinha e as vezes acariciava meu cuzinho. Eu queria que ele me comesse mas tinha medo; quando ele começou a direcionar seu pau para a minha rachinha eu pedi a camisinha mas ele disse que não precisava por que tinha operado. Eu iria perder meu cabacinho naquela hora, não coseguiria resistir. Ele tentou enfiar e não conseguiu; então me pôs de quatro, pediu que eu salivasse bem o seu pau, se acomodou em minhas costas e forçou. Senti muita dor e tentei escapar mas ele me segurou firme e empurrou. O cabeção passou, rompendo o meu himem e ele começou a fazer um vai e vem enlouquecedor. A cada estocada ele entrava um pouco mais, estava me arrombando mas, apesar da dor, eu queria mais. Estava muito doida de tesão. Acho que não havia entrado nem a metade quando ele disse que ia gozar que queria fazer isso na minha boca. Tirou de dentro e eu meti a boca com vontade no cabeção vermelho. Quase me afoguei em tanta porra mas adorei. Eu estava completamente entregue àquele homem. Na manhã seguinte e várias vezes por dia até à chegada da minha amiga e de sua mãe, ?seu? Jorge me comeu, me arrombou de todos os jeitos e me fez sua ninfeta particular. Depois das férias no sítio, passamos a foder regularmente, eu não conseguia viver sem aquela pica. Tempos depois arrumei um namorado mas ?seu? Jorge comtinuou me comendo. Ele me faz muito feliz ainda hoje, embora nossos encontros sejam bem mais raros.

Fudidinha com o irmão gato da amiga tonta

Fui até a casa da minha amiga pra fazer um trabalho de geografia, ela não estava em casa, mas seu irmão atendeu e disse para que eu entrasse, pois ela não tardaria a chegar...
Entrei, eu percebi os olhares do irmão dela para a minha micro saia e a blusa de vual que quase mostrava meus peitos fartos e que deixava meu decote de pele branca a móstra, mas deixei quieto e fiquei na minha...
Ele disse que me feria compania até que ela chegasse, eu concordei e começamos a converssar... Nós riamos e discutiamos coisas bestas, até que o assunto ficou mais pesado...
Ele perguntou se eu era virgem, eu disse que não, o que era verdade, pois eu tinha perdido a virgindade alguns dias depois da minha festa...
Então ele perguntou se eu daria pra ele... e então, como ele era lindo e eu jah estava exitada eu concordei e ele me arrastou pro quarto dele...
Ele disse pra que eu me dispisse e foi pegar alguns acessórios, o que eu adorei, pois eu amo joguinhos... Ele disse que queria realizar algumas fantasias comigo....
Eu ja estava nuazinha, e ele tinh tirado a camisa, que foi quando pude ver seu abdomem bem definido, subi o olhar para o se rosto, e ele tinha um rosto de bêbe, olhos azuis e cabelos negros...
Ele me amarrou com algemas na cama e pos um pano em minha boca, como se eu fosse sua prisioneira, tirou as calças e começou a lamber o meu grelinho, eu estava toda molhadinha quando ele enfiou a lingua na minha bocetinha, eu comecei e gemer e gozar como louca...
Depois, ele tirou a boka da minha bocetinha e veio subindo até os meus peitinhos, chupando eles como se eu fosse a maiór das putas...
Eu não podia falar, mas gemia como louca, então, eu senti... Aquele pau enorme e gostoso entrando e sainda na minha bocetinha, eu comecei a gemer mais e mais, e ficava cada vez mais exitada, e ele aparentemente também, pois metia mais forte e mais forte...
Então ele parou, e vendou também os meus olhos, pra que eu não pudesse ver o que ele ia fazer... Então, nervosa , curiosa e exitada, eu deixei-o fazer o que quisesse comigo, e depois de vendada, eu senti ele sair de perto por alguns minutos, etão ele voltou, acariciou meu peitinhos e enfiou um vibrador enórme na minha bunda... eu só tinha dado a boceta até então, e por isso, doeu muito... eu gritei pelo pano, o que abafou o grito e o fez enfiar ainda mais akele vibrador, q estava vibrando e com o que parecia, tinha vaselina ... mais ainda doia muito...
Depois de colocar o vibrador na minha bunda... ele começou a meter na minha bocetinha denovo... e eu comecei a sentir dor e ficar exitada, mas não podia reclamar, por que afinal eu tiha concordado com aquilo...
Depois de um tempo me fudendo, ele tirou o pano da minha boca, e enfiou seu pau gozado na minha boca... eu fiz um boquete maravilhoso, e ele gozou duas vezes antes de tirar aquele cacete da minha boca...
Então nós ouvimos o brulho do portão e ele foi lógo me desamarrando e se vestindo... então eu me vesi rapidamente e me sentei no sofá da sala antes da irmã dele entrar...
Ele sentou ao meu lado, me olhou e deu uma risadinha, eu sorri em resposta... minha amiga entrou na sala e nós fomos fazer o trabalho, quando me levantei ele passou a mao na minha bndinha e piscou...
Des de então ele me liga e me come quase todo fim de semana...

Virgindade rompida

Meu nome é Karina, moro em São Paulo, conheci o Paulinho pela minha irmã, logo que nos conhecemos bateu um sentimento forte, e depois de 15 dias começamos a namorar e depois de 7 meses resolvi que minha virgindade estava pra acabar. Eu sentia um desejo muito forte pelo seu corpo, ele é cheinho, peludinho... um fofo! Como eu o amava tinha certeza que eu queria sentir aquele corpo forte em cima de mim.
Marcamos o dia especial. Seria em sua casa, depois da aula. Quando cheguei estava nervosa. Apagamos as luzes, pois ambos naquela hora estavam nervosos, apesar de que meu namorado não era virgem. As roupas estavam no chão. Como a casa ainda não tinha cama deitamos onde as roupas estavam. Sentei em cima dele, ele estava parado, parecia um cubo de gelo, porém quente e macio, com as mãos coloquei de vagar o seu membro dentro de mim. Aquela sensação foi boa, uma leve queimação: lá se fora meu hímem, que eu carregava durante todos esses 16 anos. Ele foi rápido ao gozar. No dia seguinte tomei a pílula famosa.
Mas essa não foi nossa única transa, de lá pra cá. Já se foram inúmeras gozadas e gemidos. Mas tem uma em que eu me lembre mais que todas...
Faz pouco tempo que isso aconteceu. Umas semanas antes de escrever isso. Minha irmã sairia com o namorado dela e eu fui junto com eles, parei na casa do meu namorado, e resolvemos ir pro mesmo lugar que minha irmã: um motel. Minha irmã foi em outro
Durante todo percurso até lá, eu comentei com ele que já estava excitada, ele me respondeu: Que bom porque nós estamos perto! Passei a mão por sobre sua calça Jeans, ele estava todo ereto, senti aquele duro pau quente e molhado. Não pensei duas vezes: abaixe e me deliciei em seu pau.
Quando chegamos ao motel, ligamos a TV em um canal erótico (nada mais obvio), ele me beijou e pos a mão em minhas costas, desprendeu meu chutiã, levantou minha blusa lentamente e mordeu o biquinho do meu seio esquerdo, baforou no meu pescoço e disse: Agora Karina você é minha. Ele tirou sua blusa e sua calça, ficando só de cueca branca. Ele pegou minha cabeça fortemente e encostou nossos lábios, depois abaixou minha cabeça em direção à sua barriga eu dei um beijinho no seu umbigo e quando vi estava ali de joelhos afundada em seu pênis, chupando com muita rapidez.
Depois tiramos completamente a roupa e nos deitamos na cama redonda cor-de-salmão.
Deitei primeiro e abri minhas pernas o máximo que pude, mas ele pegou minha barriga e me virou de costas, eu estava ali de quatro, só pra ele. Ele penetrou devagar por trás, mas depois se agitou, eu gemia pouco em comparação à minha vizinha de quarto. Depois que ele gozou ele virou pro lado e dormiu.
Depois que ele acordou, cerca de 30 minutos depois da primeira transa e duas gozadas, tomamos banho, na porta do banheiro ele me pegou no colo e me colocou na cama. Segurou minhas pernas e passou sua língua em minha vagina, depois ele fazia movimentos de vai e volta com sua língua dentro de mim. Depois fizemos algo que eu nunca sonhei que faria: um 69! Ele ficou por cima de mim e me chupava fortemente, enquanto ele colocava sua língua dentro de minha vagina eu engolia quase todo seu membro grosso e ereto.
Terminamos com ele em cima de mim, ele penetrava enquanto eu estava deitada de baixo dele, sentindo todo o seu cheiro, nossos olhos se encontravam e ele sorria pra mim.
Pagamos o quarto, e quando entramos no carro ainda na garagem ele me disse que queria mais. E nossa noitada terminou ali com meu namorado sete anos mais velho que eu gozando em minha boca.